Mostrando postagens com marcador cirurgia estomacal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cirurgia estomacal. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de outubro de 2011

Intimidade Preservada: A cirurgia da intimidade vem sendo cada vez mais procurada pelas mulheres. Vaidade, autoestima, manter-se jovem... Qualquer motivo é válido para cuidar desse bem tão feminino e valioso

A cirurgia da intimidade é exatamente o que o nome nos leva a crer: busca a melhoria estética e funcional dos órgãos genitais femininos. A técnica foi desenvolvida para, inicialmente, fazer reparos funcionais na região. Mas, com o passar do tempo, percebeu-se que ela poderia ser indicada para melhorar o lado psicológico das mulheres insatisfeitas com aspectos estéticos da genitália. A ligação entre a autoestima e qualquer problema na região é bastante íntima, já que dependendo do caso, a estética pode ser alterada, bem como apresentar infecções, incômodo com uso de determinadas roupas, dor durante o ato sexual e até mesmo promover barulhos inconvenientes. O constrangimento provocado por tais alterações é tanto que, na maioria das vezes, a mulher tem dificuldades de sentir prazer no ato sexual e tem vergonha de discutir a questão com o parceiro. A fim de manter o segredo, a alternativa é fingir na hora da relação, mais um fator que acaba afetando o lado psicológico e que contribui para diminuir a autoestima.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Exercícios físicos auxiliam obesos após cirurgia estomacal: Mulheres obesas submetidas à cirurgia estomacal perderam peso com exercícios aeróbicos em pesquisa da EEFE

Com ajuda de exercícios físicos aeróbicos (caminhada e/ou corrida), um grupo de onze mulheres que passaram por cirurgia de redução do estômago (gastroplastia) conseguiu perder entre 8,2 e 15 quilos (kg) em três meses. O estudo da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP acompanhou os efeitos dos exercícios em mulheres obesas que se submeteram a cirurgia um ano e meio antes dos testes. Após 12 semanas de treinamento, quatro mulheres apresentaram a classificação de Índice de Massa Corporal (IMC) normal.

O IMC é uma medida internacional usada para calcular se uma pessoa está no peso ideal: o peso corporal (em quilogramas) é dividido pela altura (em metros e ao quadrado). Em ambos os sexos, os valores de IMC para o sobrepeso encontram-se entre 25-29,9 quilos por metro quadrado (kg/m2) e, para a obesidade, encontram-se acima de 30,0kg/m2, podendo ser divididos três grupos (grau I – 30 a 34,9 kg/m2; grau II – 35 a 39,9 kg/m2 e grau III – acima de 40 kg/m2)

Antes dos testes da pesquisa e 18 meses depois da cirurgia, três mulheres estavam com obesidade severa, três se apresentavam com obesidade de grau I (menos arriscada) e cinco na classificação de sobrepeso.

Com os exercícios físicos aeróbicos, as
mulheres perderam entre 8,2 e 15 kg
“Quando observamos as pesquisas relacionadas à obesidade, constatamos que após dois ou três anos de cirurgia alguns obesos ainda apresentam a classificação de IMC em obesidade. Poucos entram na classificação de sobrepeso e/ou eutrofia (normal)”, comenta a professora Marcela Grisólia Grisoste , autora da pesquisa, destacando o resultado alcançado.

A pesquisa também avaliou a composição corporal do grupo, o que foi obtido pelo percentual de gordura por dobras cutâneas. “É um método duplamente indireto que avalia a quantidade de gordura e a quantidade de massa muscular de uma pessoa”, explica Marcela. Com os exercícios aeróbicos, as mulheres conseguiram uma redução significativa das dobras cutâneas e do percentual de gordura. A professora enfatiza a preocupação na diminuição da quantidade de gordura, pois ela “pode ser notada não somente do ponto de vista estético, mas também de qualidade de vida das pessoas, já que a obesidade está associada a um grande número de doenças crônico-degenerativas”.