As discussões, cada vez mais constantes, sobre a Vitamina D fazem menção a seu papel na redução da mortalidade entre idosas, à sua contribuição para a longevidade e à sua capacidade de combater doenças como a osteoporose e a esclerose múltipla.
O membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia, o reumatologista, Carmo de Freitas, enfatiza a importância dessa substância em nosso corpo. “O normal é acima de 30 nanogramas por mililitro (ng/mL). Uma concentração menor do que essa configura a carência da vitamina e, particularmente nos adultos, a necessidade de reposição, com acompanhamento para verificar periodicamente o nível de cálcio na urina e no sangue, que não pode ser alto demais”, explica.
