De acordo com o coordenador do estudo, Antonio Augusto Coppi, esteorologista e professor associado do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, a identificação de uma nova rota de origem do Parkinson é um passo importante para que os cientistas possam, no futuro, desenvolver uma técnica de diagnóstico precoce.
“Até o momento a doença é incurável e o foco do tratamento é melhorar a qualidade de vida do paciente. Para isso, é fundamental que o diagnóstico seja feito o quanto antes. Começando o tratamento precocemente, poderemos retardar o aparecimento da doença ou suavizar seus sintomas”, disse Coppi à Agência FAPESP.
O experimento foi realizado com 20 camundongos geneticamente modificados e faz parte de um dos três projetos atualmente coordenados por Coppi e financiados pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa –Regular. O cientista é responsável pelo Laboratório de Estereologia Estocástica e Anatomia Química (LSSCA) da FMVZ-USP.
