segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Ronco pode acarretar mais de cinco doenças

Diabetes, gengivite e problemas cardíacos podem surgir do barulho do ronco

Um barulho aparentemente inofensivo, mas que atrapalha o sono de quem pretende dormir. O ronco pode ser apenas o primeiro sinal de doenças como a apneia do sono, problemas cardíacos, glaucoma, gengivite e até diabetes.

O alerta vem do especialista em odontologia do sono, Eduardo Rollo Duarte, e esclarece que o distúrbio pode acarretar doenças graves. “Existem diversos tipos de tratamento, inclusive na odontologia, com o uso de placas. Não há motivos para o roncador deixar de se cuidar, já que o ronco tem se tornado fator de risco para várias enfermidades”, salienta Duarte.

Roncar é um fator que predomina na maioria das
famílias, por isso procurem orientação médica
Roncar causa o relaxamento dos músculos da garganta, língua e palato durante o sono. Com alta intensidade e incômodo, o ronco só acontece quando o ar passa pela garganta fazendo com que os tecidos do palato vibrem.

Algumas disfunções podem representar outras doenças, como a Apneia do sono. Ela é caracterizada por pequenas interrupções durante o sono, onde o paciente fica alguns minutos sem respirar e depois volta ao normal. Em maior grau, pode ser associada a algumas condições oftalmológicas como o glaucoma, devido às paradas respiratórias

Britânicos descobrem como reagir à esclerose múltipla

A doença pode causar até paralisia

Estudos britânicos descobriram uma maneira para estimular o sistema nervoso a reagir nos casos de esclerose múltipla. A doença neurológica crônica destrói a mielina, uma camada que isola as fibras do sistema nervoso central, causando visão embaçada, perda de equilíbrio e até paralisia. A pesquisa, testada em ratos, pode ajudar as células-tronco a reparar, no cérebro, a camada de mielina necessária para proteger as fibras nervosas.

Segundo cientistas, mais de 85% dos casos, os pacientes têm esclerose múltipla chamada de recaída/remissão, são como crises que incapacitam a pessoa, são seguidas de uma recuperação de um nível da função física perdida. Nessa forma da doença, parece haver um reparo natural da mielina.

A notícia é animadora para as instituições que
tem trabalho focado no tratamento da esclerose
Outros 10% das pessoas possuem a forma progressiva da esclerose múltipla, essa a mais grave, não existe um período de recuperação. E todos esses grupos estão vulneráveis a desenvolver a chamada esclerose múltipla progressiva secundária, que afeta o paciente da mesma forma que a progressiva.

Segundo pesquisadores, a perda da camada de mielina funciona como um isolamento, danificando as fibras nervosas do cérebro. Entretanto, são as fibras a parte mais importante, já que enviam mensagens para outras partes do corpo. Com a pesquisa, que identificou a forma para estas fibras regenerarem, o resultado pode fazer com que as células-tronco do cérebro melhorem sua capacidade de regeneração da mielina.

Psicologia e sua importância

Ouvimos muito sobre a Psicologia e damos a essa profissão uma interpretação própria, imaginando que essa profissão é na verdade um lugar de aconselhamento.

Psicóloga Luciana Kotaka

Um engano, pois é uma ciência que estuda o comportamento humano, que visa auxiliar o paciente a desenvolver uma melhor qualidade de vida. Desta forma fica mais claro que o psicólogo é um mediador entre o paciente e a vida, e poderá ouvir e se colocar, para que este possa entender como funciona, os porquês de seus comportamentos, e conseqüentemente mudar.

Estabelecendo vínculos com o paciente, ele estará apto a orientá-lo de forma a levar o mesmo a caminhar estabelecendo uma relação de equilíbrio em suas relações e adquirindo autoconhecimento.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Aparelho portátil diagnostica e trata câncer de pele: Equipamento desenvolvido pela EESC e IFSC pode matar células cancerígenas em apenas um dia

Um aparelho portátil desenvolvido na USP de São Carlos está realizando as primeiras experiências para diagnosticar e tratar o câncer de pele. A tecnologia consiste em usar a fluorescência e padrões de luz para detectar alterações no epitélio de pacientes e realizar o tratamento contra a doença. O instrumento é fruto de um trabalho conjunto da Escola de Engenharia (EESC) e do Instituto de Física (IFSC).

O aparelho anterior ao atual apenas
diagnosticava o câncer, sem tratá-lo


Mardoqueu Martins da Costa, físico e autor da pesquisa que resultou no novo aparelho, diz que o tratamento contra o câncer detectado poderá ser realizado em apenas um dia, por meio do ácido aminolevulínico (ALA). A substância é aplicada como uma pomada na parte de aparência doente e, em seguida, o aparelho emite uma luz ultravioleta na região para realizar o diagnóstico. “Percebe-se que um tecido está lesado porque seus componentes químicos se alteram ao aplicar o ácido e emitir a luz ultravioleta. Assim, quando se tem uma suspeita de câncer de pele, mantemos o ácido na pele e emitimos uma luz vermelha capaz de ativá-lo, realizando o tratamento.” Mardoqueu diz que o papel da luz vermelha, quando emitida na região doente, é oxidar e matar as células com câncer.