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segunda-feira, 14 de março de 2011

Síndrome do lactente sibilante: o que é?

Muitos jamais ouviram falar na síndrome do lactente sibilante, porém, é muito importante que pais e mães de primeira viagem fiquem bastante atentos a tal patologia, que acomete bebês e crianças e, apesar de bastante comum, pode esconder algo mais sério.
Segundo o dr. Marcus Herbert Jones, presidente da Comissão de Pneumopediatria da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), uma das principais características da doença é a ocorrência de chiado no peito, a sibilância, sintoma que a maioria dos bebês apresenta.

Metade dos bebês brasileiros apresenta
chiado no peito, tosse e falta de ar
A sibilância ocorre devido à infecção respiratória por vírus, como em resfriados e gripes. Alguns bebês são mais vulneráveis às viroses do que outros e podem apresentar chiado cada vez que contraem um resfriado.

“Cerca de 20% dos bebês apresentam três ou mais quadros de chiado ao ano. Bebês prematuros e portadores de Síndrome de Down têm uma incidência muito maior de sibilância, e também com maior gravidade. Esses episódios vão sendo atenuados pelo crescimento e 70% das crianças de 4 anos de idade já não apresentam mais sibilância durante as viroses. Isto porque, conforme a criança cresce, seu pulmão fica mais desenvolvido e menos vulnerável”, explica dr. Marcus.

domingo, 13 de março de 2011

Estimulação precoce em bebês pode ajudar a criar um filho mais desenvolvido

Se você é pai, sabe o quanto é importante estimular o seu filho. Seja para pegar um objeto sozinho, para tentar engatinhar, dar os primeiros passos, ou até mesmo de balbuciar as primeiras palavras. O estímulo de uma criança é importante para o desenvolvimento futuro. Pois isso vai despertar esse vínculo e ajudar no amadurecimento da criança. 
Até os 3 anos de idade o desenvolvimento
neuronal dos bebês alcança seu nível máximo
Seja por meio de jogos, exercícios, técnicas, atividades ou outros recursos que fomentem as funções do cérebro do bebê, não importa a maneira, mas ela deve ser gradativa, respeitando as etapas da vida. 

Quando a criança recebe uma nova informação, será como um leque de oportunidades, novas experiências que serão exploradas com destreza e de forma natural. Segundo especialistas, despertar a estimulação precocemente é uma decisão dos pais, e muito pessoal. Mas se optar por esse estímulo, o processo deve ser o mais prevê possível, desde os primeiros dias de vida.