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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sintoma de demência pode reduzir em 17% com uso de analgésico

Metade tomou analgésico e o restante manteve o tratamento convencional

Anualmente, no Reino Unido, cerca de 150 mil pacientes com demência, que sofrem de agitação e agressividade, são tratados com antipsicóticos. Mas esse medicamento poderá ser trocado em breve, já que segundo pesquisa os analgésicos mostraram melhoras nos sintomas.

Os antipsicóticos têm função sedativa e pioram os sinais de demência, além de aumentar os riscos de derrames e morte. Por isso, a pesquisa com analgésicos (remédios para combater a dor) é uma nova e grande alternativa para ajudar os tratamentos dos pacientes

Em experimento, 352 pacientes com demência grave ou moderada, moradores da Noruega, foram analisados. O grupo foi dividido e metade tomou analgésicos junto com as refeições e os outros continuaram a seguir o tratamento convencional.

domingo, 21 de novembro de 2010

Fumo é associado com aumento no risco de Alzheimer: Estudo com mais de 20 mil participantes indica que fumar mais de dois maços por dia aumenta em 157% o risco de desenvolvimento de Alzheimer

Fumar pesadamente na meia-idade pode aumentar grandemente o risco de desenvolver a doença de Alzheimer e outras formas de demência. Segundo uma nova pesquisa, o risco é mais do que duas vezes maior.

Fumar mais de dois maços por dia aumenta em 157%
o risco de desenvolvimento de Alzheimer, indica estudo
(foto: Wikimedia)
O estudo foi publicado segunda-feira (25/10) nos Archives of Internal Medicine e sairá em 28 de fevereiro na edição impressa da revista.

O finlandês Minna Rusanen, do Hospital Universitário Kuopio, e colegas nos Estados Unidos e Europa analisaram dados de 21.123 integrantes de um sistema de saúde na Finlândia que participaram de um levantamento entre 1978 e 1985, quando tinham entre 50 e 60 anos.

Diagnóstios de demência, incluindo Alzheimer (o tipo mais comum de demência) e demência vascular (a segunda forma mais comum), foram registrados de 1º de janeiro de 1994, quando a idade média dos participantes do estudo era de 71,6 anos, até 31 de julho de 2008.