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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sintoma de demência pode reduzir em 17% com uso de analgésico

Metade tomou analgésico e o restante manteve o tratamento convencional

Anualmente, no Reino Unido, cerca de 150 mil pacientes com demência, que sofrem de agitação e agressividade, são tratados com antipsicóticos. Mas esse medicamento poderá ser trocado em breve, já que segundo pesquisa os analgésicos mostraram melhoras nos sintomas.

Os antipsicóticos têm função sedativa e pioram os sinais de demência, além de aumentar os riscos de derrames e morte. Por isso, a pesquisa com analgésicos (remédios para combater a dor) é uma nova e grande alternativa para ajudar os tratamentos dos pacientes

Em experimento, 352 pacientes com demência grave ou moderada, moradores da Noruega, foram analisados. O grupo foi dividido e metade tomou analgésicos junto com as refeições e os outros continuaram a seguir o tratamento convencional.

Novas substâncias trazem esperança a pacientes com câncer de próstata

Centros oncológicos de várias partes do mundo, entre eles os do Hospital Lifecenter e do Hospital das Clínicas da UFMG, acabam de concluir um estudo que testou uma nova substância - o Alpharadin (cloreto de rádio-223) - que em combinação com a radioterapia otimiza o tratamento do câncer de próstata. Um teste realizado com mais de 900 homens, associando o Alpharadin ou placebo ao procedimento habitual, contou com a equipe coordenada em Minas Gerais pelo oncologista André Murad através dos centros de pesquisa do Lifecenter e do Hospital das Clínicas da UFMG disponibilizando quinze pacientes para receberem a substância no decorrer do tratamento. “O resultado foi positivo, tendo em vista que o composto aprimorou os efeitos da radioterapia padrão. Pacientes tratados com a nova droga tiveram uma sobrevida de 14 meses, enquanto aqueles que foram tratados com placebo viveram 11,2 meses”, explica o oncologista.

Laboratório nacional recria neurônios de pacientes com esquizofrenia

Os cientistas usaram um pedaço de pele de uma pessoa esquizofrênica

Uma criação pode contribuir significativamente na procura por remédios para combater o transtorno mental sem cura, mas que pode ser controlado com medicamentos - esquizofrenia. Em laboratório pesquisadores brasileiros conseguiram recriar os neurônios de pacientes que sofrem do problema.

A técnica foi utilizada no Japão no ano de 2007, entretanto é uma tecnologia brasileira. A pesquisa local foi realizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro e funciona como uma espécie de fábrica de células.

Tratamentos para zumbido melhoram a vida dos pacientes

GAPZ de outubro abordou as estratégias que tem como objetivo minimizar a percepção do ruído.

Na última sexta-feira (07/10) foi realizada mais uma reunião do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ). No encontro do mês de outubro a coordenadora do GAPZ, a otorrinolaringologista e otoneurologista Rita de Cassia Guimarães Mendes, falou sobre as várias estratégias utilizadas para o tratamento do zumbido. “Os médicos utilizam alguns princípios para tratar o problema. É fundamental fazer a avaliação e o diagnóstico corretos, corrigir fatores de risco, incentivar a adoção de hábitos saudáveis e reverter as doenças de base”, explica.