Especialistas recomendam o uso do escore de cálcio para detecção de aterosclerose em pacientes de risco intermediário e sem sintomas
Com os avanços da Medicina diagnóstica nas últimas décadas, hoje é possível estimar o risco de doença cardíaca de uma pessoa, dividindo em baixo, intermediário e alto para morte ou infarto do miocárdio. O risco pode ser quantificado por avaliação clínica, exames laboratoriais e métodos gráficos e de imagens como cintilografias e teste ergométrico. Apesar desse avanço, no artigo “Avaliação de Aterosclerose Coronária por Imagem Cardíaca - Valor Complementar do Escore de Cálcio à Perfusão Miocárdica”, aceito para publicação na Revista da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os cardiologistas Dr. João Vítola, Dr. Rodrigo Cerci e Dr. Marcelo Zaparolli, da Quanta Diagnóstico Nuclear, fazem o alerta de que mesmo que o risco estimado seja baixo, até 50% dos pacientes com cintilografia normal podem ter aterosclerose coronária em fase inicial ou obstrução das artérias pelo acúmulo de gordura, nem que seja em quantidade discreta ou moderada. “Esta informação pode nos ajudar a ser mais agressivo no controle dos fatores de risco, com grande potencial de diminuir a progressão da doença e reduzir a chance de morte e infarto a médio e longo prazo”, aponta Dr. João Vítola, diretor da Quanta Diagnóstico Nuclear.
