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domingo, 13 de março de 2011

Cerca de 50% dos pacientes que apresentam exames normais podem ter doença coronariana

Especialistas recomendam o uso do escore de cálcio para detecção de aterosclerose em pacientes de risco intermediário e sem sintomas
Com os avanços da Medicina diagnóstica nas últimas décadas, hoje é possível estimar o risco de doença cardíaca de uma pessoa, dividindo em baixo, intermediário e alto para morte ou infarto do miocárdio. O risco pode ser quantificado por avaliação clínica, exames laboratoriais e métodos gráficos e de imagens como cintilografias e teste ergométrico. Apesar desse avanço, no artigo “Avaliação de Aterosclerose Coronária por Imagem Cardíaca - Valor Complementar do Escore de Cálcio à Perfusão Miocárdica”, aceito para publicação na Revista da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os cardiologistas Dr. João Vítola, Dr. Rodrigo Cerci e Dr. Marcelo Zaparolli, da Quanta Diagnóstico Nuclear, fazem o alerta de que mesmo que o risco estimado seja baixo, até 50% dos pacientes com cintilografia normal podem ter aterosclerose coronária em fase inicial ou obstrução das artérias pelo acúmulo de gordura, nem que seja em quantidade discreta ou moderada. “Esta informação pode nos ajudar a ser mais agressivo no controle dos fatores de risco, com grande potencial de diminuir a progressão da doença e reduzir a chance de morte e infarto a médio e longo prazo”, aponta Dr. João Vítola, diretor da Quanta Diagnóstico Nuclear.

domingo, 21 de novembro de 2010

Quando a culpa não é da toxina botulínica

É muito comum abrirmos sites ( http://www.awfulplasticsurgery.com/ ), jornais e revistas que trazem matérias e imagens comparando a aparência de uma celebridade antes, e, após uma intervenção estética. A crítica mais comum é que a expressão artificial é fruto do uso excessivo de toxina botulínica. Será?

Dr. Ruben Penteado
A má fama da toxina botulínica tipo A vem de suas primeiras aplicações estéticas, em meados dos anos 90, quando as doses injetadas deixavam a testa lisa, dando, invariavelmente, a todas as pessoas um efeito de rosto congelado. “O toxina botulínica foi a primeira arma eficaz no combate às rugas. Sua aplicação ajuda a retardar a transformação das linhas de expressão, que são dinâmicas, em marcas fixas. Com o passar do tempo, as técnicas foram aperfeiçoadas e os resultados estão melhores, mais naturais e harmônicos. Hoje, aplica-se cada vez menos quantidade de medicação para valorizarmos os movimentos naturais da face”, explica o cirurgião plástico, Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.