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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Atenção à dieta de portadores de HIV ainda é insuficiente: Cuidados com a alimentação não são priorizados no tratamento de adolescentes com HIV/Aids

Jovens tiveram baixo consumo de cereais integrais e excesso de sódio e açúcares
A alimentação de adolescentes portadores do vírus HIV é bastante similar à dieta seguida por aqueles que não tem o vírus. Ambos os grupos apresentam baixo consumo de cereais integrais e o consumo excessivo de sódio e açúcares. A pesquisa, realizada pela nutricionista Luana Tanaka, na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, pontua que os jovens com HIV/Aids têm de receber uma atenção especial na parte nutricionística de seu tratamento, pois eles podem estar sob maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares e outras moléstias crônicas. Segundo a nutricionista, a alimentação ainda é deixada de lado pelos adolescentes.

domingo, 13 de março de 2011

HIV e transtornos mentais: Secretaria da Saúde de São Paulo cria fórum de discussão para profissionais de saúde que lidam com pacientes portadores do HIV e transtornos mentais

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo criou um fórum destinado aos profissionais de saúde para discussão de casos de pacientes portadores de HIV com transtornos mentais.

O projeto pretende proporcionar troca de experiências e ampliação de conhecimentos de casos que envolvam portadores de Aids com algum tipo de problema mental. O fórum é coordenado pelo Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids e conta com uma equipe de apoio multidisciplinar.

Para participar do serviço, é necessário que o profissional de saúde envie uma descrição básica do caso, contendo as iniciais do paciente, idade, sexo e orientação sexual. O conteúdo encaminhado terá acesso restrito para a manutenção do sigilo e da ética profissional.

domingo, 21 de novembro de 2010

Após HIV, piora na vida sexual difere em homens e mulheres: Pesquisa da FSP comparou homens e mulheres soropositivos para HIV quanto à piora na vida sexual

Estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP constatou que após o diagnóstico positivo de HIV, homens e mulheres sofrem piora em suas relações sexuais. Essa piora pode estar relacionada a inúmeros fatores, desde o desempenho até a frequência do ato sexual. Segundo a pesquisa, ao comparar homens e mulheres, foi possível perceber que cada grupo considera diferentes variáveis como causas da piora na vida sexual.
Soropositivos necessitam de suporte mais
humanizado dos profissionais da saúde

A psicóloga Lígia Polistchuck estudou o assunto em sua dissertação de mestrado Mudanças na vida sexual após o sorodiagnóstico para o HIV: uma comparação entre homens e mulheres, que foi orientada pelo professor Ivan França Junior. Ela constatou que algumas concepções construídas social e culturalmente sobre os universos masculino e feminino podem exercer influência para piora na vida sexual. Segundo a psicóloga, além de se depararem com tais concepções, atualmente os soropositivos ainda enfrentam, de certa forma, um suporte às vezes não adequado dado pelas instituições que se dizem especializadas. “Este suporte os reduzem ao diagnóstico da doença, sem atentar para os outros fatores que auxiliariam na promoção de sua saúde”, afirma Lígia.