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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sexo na melhor idade: vida saudável garante libido

Até quando dá para levar uma vida sexual ativa e saudável? Há um limite de idade?

Estas são dúvidas bem comuns, especialmente entre homens que já estão na chamada “terceira idade”. A boa notícia vem do médico Érico de Rolvare, do Centro Médico Masculino, de Campinas. “Libido e fertilidade independem da idade”. Segundo ele, outros fatores, como taxas hormonais, stress e até mesmo problemas de relacionamento entre os casais é que estão entre os principais inimigos do desejo sexual.

“O avanço da idade, claro, exige alguns cuidados. Mas, fazendo um acompanhamento médico constante, o homem tem mais chances de estar em dia com a saúde e detectar mais rápido o surgimento de qualquer problema”, explica.
Não há uma estatística quanto à frequência de relações sexuais na terceira idade. “É natural que, ao envelhecer, o homem esteja mais preocupado com a qualidade das suas relações do que a quantidade, mas tudo isso é muito pessoal”, comenta o médico.

domingo, 21 de novembro de 2010

Após HIV, piora na vida sexual difere em homens e mulheres: Pesquisa da FSP comparou homens e mulheres soropositivos para HIV quanto à piora na vida sexual

Estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP constatou que após o diagnóstico positivo de HIV, homens e mulheres sofrem piora em suas relações sexuais. Essa piora pode estar relacionada a inúmeros fatores, desde o desempenho até a frequência do ato sexual. Segundo a pesquisa, ao comparar homens e mulheres, foi possível perceber que cada grupo considera diferentes variáveis como causas da piora na vida sexual.
Soropositivos necessitam de suporte mais
humanizado dos profissionais da saúde

A psicóloga Lígia Polistchuck estudou o assunto em sua dissertação de mestrado Mudanças na vida sexual após o sorodiagnóstico para o HIV: uma comparação entre homens e mulheres, que foi orientada pelo professor Ivan França Junior. Ela constatou que algumas concepções construídas social e culturalmente sobre os universos masculino e feminino podem exercer influência para piora na vida sexual. Segundo a psicóloga, além de se depararem com tais concepções, atualmente os soropositivos ainda enfrentam, de certa forma, um suporte às vezes não adequado dado pelas instituições que se dizem especializadas. “Este suporte os reduzem ao diagnóstico da doença, sem atentar para os outros fatores que auxiliariam na promoção de sua saúde”, afirma Lígia.