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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A dieta pode influenciar as crises de artrite?


Quando o paciente é diagnosticado com artrite reumatóide, além de medicamentos adequados, exercícios físicos obrigatórios e acompanhamento médico apropriado, ele precisa se preocupar também com sua dieta. “É possível diminuir o número de crises e o retorno da atividade da doença e seus sintomas, o que chamamos de ‘flares’ , seguindo uma dieta apropriada”, diz o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo).

  A chave da alimentação dos pacientes com artrite reumatóide é seguir uma dieta anti-inflamatória. Para isto, é preciso fazer uma escolha inteligente de alimentos ricos em antioxidantes, em fibras e em gorduras saudáveis, visando ajudar na redução das dores da artrite reumatóide. 

sábado, 20 de novembro de 2010

Pesquisa mostra que consumo de óleo de coco extra virgem diminui peso, reduz medidas da barriga e abaixa os triglicerídios

Os dados foram comprovados em pesquisa realizada em Brasília, junto com 32 pessoas, que adicionaram o consumo de 30 ml do produto por dia, sem mudar qualquer outro hábito
O trabalho foi feito pela nutricionista Raquel Miranda e coordenado pelo professor mestre em nutrição, Henrique Freire Soares. Durante três meses, 32 pessoas, todas hipercolesterolêmicas (ou seja, com os níveis de colesterol alto), consumiram 30 ml de óleo de coco extra virgem Copra, sem qualquer outra modificação na dieta ou em sua rotina.
Óleo de Coco Extra Virgem Copra
O objetivo era verificar se o consumo de óleo de coco extra virgem da Copra era capaz de promover alterações bioquímicas e antropométricas visando reduzir o risco cardiovascular.
Para a alegria de todos, os participantes tiveram na média redução de peso de um quilo e da circunferência abdominal em 3 cm. “A gordura acumulada na região abdominal é prejudicial à saúde, pois, induz à inflamação crônica e ao surgimento de doenças inflamatórias como diabetes, hipertensão, dislipidemias, câncer, artrite, entre outras”, enfatiza o Dr. Henrique.
Além do desejável efeito estético, que trouxe benefícios à saúde, todos eles tiveram uma diminuição nos níveis de triglicerídios o que reduz a viscosidade sanguínea, tornando o sangue mais fluido, diminuindo a chance de eventos trombóticos, como o AVC. No geral, os participantes não apresentaram aumento nos níveis de colesterol.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Veneno de abelha pode ser usado para tratar artrite: Secreção estimula a produção e liberação de glicocorticoides endógenos, substância com ação anti-inflamatória

Pacientes diagnosticados com artrite apresentam melhora do quadro clínico quando são acidentalmente picados por abelhas. Essa ligação, aparentemente casual, conduziu a tese de doutorado apresentada à Faculdade de Medicina (FM) da USP Efeito do veneno de abelha na artrite induzida por antígeno em coelhos, defendida pela médica Izabella Cordeiro Freire Saad Rached.

A pesquisadora conta que a crença popular na ligação das duas coisas é tão grande que há até mesmo uma comercialização clandestina de veneno de abelha para o tratamento de doenças reumatológicas. “Os médicos são céticos com essa relação, mas essa crença tem bastante força. Por isso, resolvemos investigar.”

A pesquisa aponta que uma inflamação
 é capaz de amenizar outra mais grave
De fato, há uma ligação: a diminuição da dor causada pela artrite está associada a um cortisol chamado glicocorticoide. “É uma substância endógena, ou seja, que o próprio corpo produz, cuja quantidade aumenta para diminuir as inflamações.”

Dose certa

Segundo a pesquisadora, uma das dificuldades do trabalho foi conseguir descobrir a dosagem certa de veneno de abelha para ser utilizada no tratamento. “No começo, não houve resultados, mas depois de muitas tentativas chegamos à dosagem de 1,5 micrograma de veneno de abelha por quilo de peso. Essa dosagem deveria ser aplicada uma vez ao dia para, assim, apresentar ação anti-inflamatória durante o período de análise.”