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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Inibidores de apetite : Quando o remédio adoece

Uso de substâncias inibidoras de apetite no Brasil aumentou em 500% nos últimos sete anos.

A escolha errada pelo método de emagrecimento pode se transformar em um terrível e doloroso problema, especialmente quando essa vontade é meramente estética, onde a prioridade é resultados rápidos na aparência e nunca mudança de hábitos. O foco passa, então a serem, os tão famosos inibidores de apetite.

Estatística divulgada pela Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (responsável pela fiscalização e aplicação das convenções da ONU), mostra, em seu relatório anual, que o Brasil foi citado negativamente, devido ao aumento do uso de substâncias inibidoras de apetite, em nada menos do que 500%, nos últimos sete anos. Já é fato que na América, o alto consumo destas substâncias, Fentermina, Fenpropex, Anfepramona e Fendimetracina, é três vezes maior do que no resto do mundo.

Ecstasy poderá ser usado para tratar o câncer

A equipe médica trabalhou no isolamento das propriedades anticancerígenas da droga

A droga mais comum de ser encontrada em festas raves agora poderá ter outro destino. Cientistas estão trabalhando com o ecstasy para tratar o câncer no sangue. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Birmingham, no centro da Inglaterra, foram modificadas as formas da droga, intensificando em 100 vezes sua capacidade de destruir células cancerosas.

Pesquisando há mais de seis anos o efeito das drogas no tratamento de câncer os cientistas descobriram que os carcinomas que afetam os glóbulos brancos do sangue parecem responder a certas drogas psicotrópicas. Destaque para as pílulas de emagrecimento, antidepressivos da família do Prozac e derivados da anfetamina, como o MDMA, conhecido popularmente como ecstasy.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Pirataria Farmacêutica: Remédios para Impotência Lideram Ranking no Brasil

Dr. Rogério Vitiver, urologista
Os dados são surpreendentes: 70% dos homens que adquirem as famosas pílulas para impotência o fazem por conta própria, sem criteriosa avaliação médica. O remédio, que exige prescrição, é vendido pela internet e em drogarias clandestinas. Mais grave ainda é o fato de boa parte ser falsificada, resultado da pirataria em um campo altamente lucrativo.

Para o urologista Rogério Vitiver, da Clínica Miletto - em Brasília, o constrangimento e a desinformação fazem com que muitos homens deixem de buscar um especialista e optem pela indicação de amigos. “As medicações obtidas de maneira ilícita implicam em uma série de riscos. Quando falsificados podem não apresentar segurança quanto à composição e à dosagem. Com isso, os efeitos colaterais são imprevisíveis. E, embora não causem dependência física, podem gerar falsa expectativa de desempenho, ou seja, desencadear a dependência psicológica” alerta.