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sábado, 3 de março de 2012

Penteados de festa



Para as noites de festa muito brilho e flores em tranças, coques e penteados simples de fazer

Para as noites de festas no final do ano, nada melhor do que estar bem à vontade, mas elegante como manda a ocasião. É muito comum as mulheres se preocuparem com a roupa e sapatos ideais para brilhar na passagem do ano, mas e o cabelo? Já parou pra pensar o quanto ele pode fazer diferença no  look de ano-novo? Combiná-lo com a roupa e o local da festa é um detalhe que marca a produção e pode fazer toda a diferença.

Queda de cabelo. O que fazer?


A queda de cabelo é uma reclamação frequente dos homens, mas o que muitos desconhecem é que a queda de cabelo na mulher também é uma queixa cada vez mais frequente nos consultórios dos dermatologistas. Mas, mulher calva? Isso mesmo, de acordo com a dermatologista Juliana Gumieiro, a queda de cabelo feminina é muito comum e pode ser provocada por diversos fatores. “As causas são variadas e poderão ser diagnosticadas por um especialista. As mais comuns são provocadas, por exemplo, por distúrbios da tireóide, pela deficiência de ferro e outras vitaminas ou emagrecimento rápido. Em outros casos a predisposição genética pode ser responsável até por uma calvície feminina se não for tratada precocemente”, explica Juliana.

Especialista alerta que a queda de cabelos pode gerar problemas emocionais


Dr. Valter Claudino

Popularmente conhecida como “pelada”, a queda de cabelos em qualquer parte do corpo é chamada de alopecia e quando no couro cabeludo de alopecia areata. Pode atingir homens e mulheres, em diversas idades. Normalmente gera graves consequências emocionais, já que altera a aparência, o que pode causar um grande impacto sobre a autoestima, alerta o dermatologista, Valter Claudino, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André.

A doença tem causa desconhecida, mas acredita-se que esteja ligada a alterações hormonais, má alimentação, hereditariedade, fenômenos autoimunes, causas patológicas e principalmente o estresse. Alguns agentes externos também podem contribuir como, por exemplo, poluição, produtos químicos, tinturas, cremes, secadores de cabelo, entre outros

sábado, 22 de outubro de 2011

80% das formas de psoríase são do tipo leve ou moderado, sendo a do couro cabeludo uma das mais prevalentes

O problema é freqüentemente confundido com a dermatite seborreica, a popular “caspa”

A psoríase do couro cabeludo é uma das mais prevalentes entre as formas do problema, sendo frequentemente confundida com a dermatite seborreica, a popular “caspa”. Mas ao contrário da caspa, que afeta quase todo o couro cabeludo, a psoríase forma placas muito distintas, que se estendem até a testa, enquanto outras áreas ficam livres, além de poder ser sentida quando se passa os dedos pelo cabelo, devido ao crescimento das escamas entre os fios.

“80% dos casos de psoríase são na forma leve e moderada e têm indicação de tratamento tópico”, explica Dra. Leticia Secco, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Um recente consenso da Academia Européia de Dermatologia indicou o tratamento tópico com análogos da vitamina D e corticosteróides, como primeira linha para a forma leve e moderada da psoríase”, completa.

domingo, 13 de março de 2011

Pesquisadores descobrem, por acaso, novo tratamento para calvície

Foi por acaso que pesquisadores dos Estados Unidos descobriram um composto químico capaz de provocar o crescimento de cabelo, no momento em que estavam estudando a influência do estresse sobre as funções gastrointestinais.

Ainda que chegue ao mercado, não terá efeito
sobre a maior parte dos casos de calvície masculina
Ao decorrer de um teste em camundongos, focando alterações genéticas e a produção em maior quantidade de um hormônio ligado ao estresse chamado corticotrofina (CRF), observaram que uma das consequências foi a perda de pelos nas costas.

Após isso, resolveram injetar astressina-B (peptídeo capaz de bloquear o efeito do CRF) em um período de cinco dias seguidos. Em seguida, mediram os efeitos do composto sobre o sistema digestivo dos animais e colocaram-nos de volta às gaiolas, juntamente com os outros camundongos. Passaram três meses e perceberam que os pelos nas costas haviam crescido de novo.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

DTM aumenta sensibilidade a dor em pessoas com enxaqueca: Disfunção temporomandibular predispõe pacientes com enxaqueca à dor a estímulos como prender o cabelo

O resultado de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP traz mais um alerta para a importância de se tratar a Disfunção Temporomandibular (DTM), desordem que envolve os músculos mastigatórios e articulações temporomandibulares. Pacientes com enxaqueca que apresentaram alodínia cutânea (dor a um estimulo não doloroso como, por exemplo, ao escovar ou prender o cabelo, ou ao apoiar a cabeça no travesseiro) referiram sensação de dor ao esfriamento da pele na face e maior frequência de DTM, do que aqueles pacientes com enxaqueca, mas sem alodínia cutânea.
Resultados mostram que é preciso avaliar
e tratar DTM em pacientes com enxaqueca
“A alodínia pode ser considerada um marcador da cronificação da enxaqueca. Nossos dados sugerem que a DTM pode desempenhar um papel determinante no aparecimento da alodínia cutânea na face desses pacientes. Portanto, apresentar DTM pode alterar a sensibilidade dolorosa e predispor à alodinia pacientes com enxaqueca”, revela a autora do estudo, a pós-doutoranda Thaís Cristina Chaves, do Curso de Fisioterapia da FMRP. A pesquisa teve a supervisão da professora Débora Bevilaqua Grossi, professora do curso de Fisioterapia, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Você sabe o cabelo que tem?

Problemas nos fios de cabelos nem sempre estão relacionados com o couro cabeludo.
Muitas vezes  os problemas são causados por agentes  externos, sejam químicos, físicos ou mecânicos.
A melhor maneira de cuidar dos cabelos, e deixar os fios saudáveis e brilhantes, é fazer o diagnóstico corretamente.
Qual é o tipo de cabelo que você tem?

Oleoso:
Ele é brilhante, e coberto com  uma camada de corpos graxos que tapam as cutículas.
O tratamento é feito com loção ativa e adstringentes, acompanhado de xampu especial para tirar o excesso de gordura.

Secos:
Os fios são opacos e quebradiços.
Couro cabeludo seco e áspero.
O tratamento consiste na aplicação de loção ativa para o couro cabeludo seguido de xampu e hidratantes compostos de materiais oleosos.
Couro cabeludo úmido;
O tratamento consiste em loção adstringente e xampu para cabelos normais.

Sadio:
Os fios são brilhantes e flexível com diâmetro regular e  coloração uniforme.
Aplicação de xampu de boa qualidade, condicionador e cremes hidratantes.